Cinco bots que verificam um endereço de carteira no chat: o que cada um dá de graça, o que o resultado realmente diz, e como você paga por mais.

Um bot de AML no Telegram recebe um endereço de carteira no chat e responde com um veredito de risco — sem site, sem login. É exatamente o minuto entre uma contraparte P2P mandar um endereço e você decidir se aceita o dinheiro. Vale comparar cinco: Sanctuary, AMLBot, MistTrack, Scorechain e BestAML. No volume gratuito a resposta é curta: o bot da Sanctuary faz 3 verificações por dia sem cadastro, o AMLBot dá 1 no cadastro, MistTrack e Scorechain dão uma verificação cada, e o BestAML é gratuito sem cadastro, mas o veredito é básico.
Depois das verificações gratuitas, os bots se diferenciam pelo que a resposta contém. Uma faixa de cor diz para você se preocupar; um veredito de 0 a 100 com as fontes nomeadas diz o que fazer — e dá algo para mostrar a um parceiro, a um banco, ou ao cliente cujo pagamento você segurou.
Nada para decorar: cole um endereço, aperte um botão, leia a resposta. Comandos com barra são a forma como um bot perde quem verifica três carteiras por semana.
Um veredito de 0 a 100 com as fontes nomeadas — listas de sanções, clusters de darknet, atribuição de exchange — para você avaliar a evidência em vez de confiar em uma cor.
Recarregue em TRX quando três por dia deixarem de ser suficiente. Sem cartão, sem fatura, sem processo de compras — o mesmo caminho que as mesas P2P já usam para tudo o mais.
O da Sanctuary é gratuito todo dia: 3 verificações no Telegram, sem cadastro e sem cartão. Os outros são gratuitos uma vez só — o AMLBot dá 1 verificação no cadastro, o MistTrack dá a primeira verificação, o Scorechain dá uma verificação de carteira. O BestAML é gratuito sem cadastro, mas o veredito que ele devolve é básico.
Um endereço de carteira é um dado público. Ele já está em qualquer explorador de blocos, então mandar um para um bot não revela nada que já não fosse público. O que nenhum bot jamais precisa é da sua seed phrase, chave privada ou senha da exchange — qualquer bot que peça isso é um golpe, e nenhum serviço de triagem legítimo vai pedir. O bot da Sanctuary só precisa do endereço, nada mais.
Uma verificação lê mais de 20 fontes de inteligência em 10 redes com profundidade total de AML — listas de sanções, clusters de darknet e ransomware, atribuição de exchange, fraude reportada — e o resultado nomeia o que foi encontrado e onde, para você mesmo avaliar a evidência em vez de confiar em um número. O que nenhuma ferramenta de triagem consegue ver é a intenção: ela diz a que um endereço está conectado, não quem está por trás. É por isso que o veredito sempre vem junto com suas fontes.
O bot gratuito responde a pergunta de hoje. Os planos pagos somam o que uma mesa precisa no dia seguinte: monitoramento que avisa quando um endereço vigiado se move ou recebe um alerta, triagem em lote, relatórios em PDF para um banco ou parceiro, uma chave de API, funções de equipe e uma trilha de auditoria de quem decidiu o quê. A Sanctuary custa US$ 199 por mês para 1.000 verificações, US$ 499 para 5.000.
As próximas 3 verificações são gratuitas no Telegram — sem cadastro, sem cartão, resposta em segundos.
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